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sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Lula e o desafio de conciliar a mudança reclamada pelas massas com a união nacional...



O debate em torno do vice de Lula, tanto quanto o debate relativo às alianças partidárias, presentemente alimentados por uma bolorenta disputa em torno de cargos, traz consigo o inconveniente de toda inversão lógica, ao relegar a segundo plano o essencial, a saber, o necessário, prévio e público debate em torno de um programa mínimo que, ao encerrar os compromissos de governo, deve constituir-se na peça central da boa campanha eleitoral, discutido com a sociedade, e por ela sancionado, para que a votação no candidato seja também um referendum de seu programa, que se converterá, ipso facto, em programa-compromisso.

Se o ponto de partida (para as forças progressistas) é a derrota eleitoral do bolsonarismo, o ponto de chegada é a construção de um governo democrático, popular  e nacionalista. Fora daí seria conciliar com o statu quo, de que a nação quer se desvencilhar.

 A base de sustentação de um governo de mudanças  -- o apelo do sentimento nacional --  ultrapassa os limites das alianças pragmáticas (partidárias e institucionais), que sabidamente fracassaram no segundo governo Dilma, como antes haviam fracassado nos governos Vargas e João Goulart, lição que, parece,   não foi apreendida pelas forças populares contemporâneas.  A história mostra que a segurança dos governos progressistas  mais depende do apoio popular, que se conquista e se perde independentemente das composições de chapas e alianças partidárias, ou de esquemas militares, como aqueles que iludiram o governo de João Goulart. Os mais velhos devem estar lembrados do “dispositivo militar” do General Assis Brasil.   Doutra parte, o apoio popular, aquele que faltou a Vargas em 1954 e a Jango em 1964 e a Dilma em 2016 é tanto mais significativo e perdurante quanto mais se move na defesa de um programa que o eleitorado conhece, que fala aos seus interesses e que ele sancionou.

Esse programa nacional-popular é o que se espera de Luiz Inácio Lula da Silva, o cadinho onde presentemente se fundem as frustrações e as esperanças das grandes massas.

Em entrevista recente, Lula, pretendendo desarmar a resistência de correligionários de primeira água,   deixou claro que a aliança in pectoris com o ex-governador Geraldo Alckmin não guarda propósito eleitoral, muito menos caráter ideológico, reunindo políticos com distintas visões de mundo; seu escopo é assegurar a governabilidade, o fantasma que ronda a república, tão plena de crises institucionais e golpes de Estado, e que assusta o PT desde a derrubada do segundo governo de Dilma Rousseff.

Mirando para além do pleito, o ex-presidente, ao tratar da governabilidade,  não se referia nem à notória má vontade da av. Faria Lima, nem aos boatos de vetos sussurrados nas esquinas dos quartéis, mas à necessidade de promover um governo de “união nacional” (ainda que de mudanças),  necessidade tornada imperiosa em face do legado do bolsonarismo, um quadro de degradação nacional (econômica, política, social e ética), inumeráveis vezes mais grave do que aquele encontrado por Lula em 2003.

Como conciliar mudança (reclamada pelas grandes massas) com união nacional, que sugere congelamento e importa composição com o grande capital, o ex-presidente está por explicar.

O grande objetivo de hoje, ditado pelos fatos, determinaria os contornos da campanha eleitoral – conquistar apoios fora do âmbito progressista – e o caráter do governo, que, sendo de mudança, seria igualmente de composição, preparado o governante a estabelecer negociação com todas as forças políticas e econômicas, a nenhuma delas, porém, cedendo o mando. A metáfora é do ex-presidente: o pobre precisa caber no orçamento da União e o rico no imposto de renda. Resta saber como reagirá a burguesia rentista.

O difícil projeto de governo de união nacional proposto por Lula, quando são tão profundos os conflitos de classe, traz o risco de converter-se em mais uma conciliação, expediente tão cediço entre nós, mediante o qual a classe dominante se acautela  quando confrontada com avanços do movimento social. Sabe-se, porém, está à vista sua biografia, que o ex-presidente jamais sancionaria um projeto político que uma vez mais subordinasse os interesses dos trabalhadores à ordem dominante. Daí a conveniência de o candidato armar-se de um programa-mínimo em torno do qual se articulariam todas as negociações, sejam as relativas à composição de sua chapa,  sejam as que dizem respeito às alianças. A discussão em torno desse programa mínimo  daria o tom da campanha eleitoral, o que, ademais, favoreceria a elevação do nível político das massas, o que é do máximo interesse das forças de esquerda sobreviventes.  Nesta hipótese, de forma clara e transparente, restariam formuladas as bases de um “pacto nacional”, desta feita negociado não só com as instituições e as forças políticas, mas igualmente com o eleitorado, e, assim, sancionado pela soberania popular.

Fica à conta de Lula a construção de um pacto que, visando à “salvação Nacional”, concilie interesses de classe antípodas.

Na entrevista coletiva que concedeu a uma rede de sites independentes, na tarde do último  19/01, o ex-presidente enunciou um roteiro de proposições que pode ser a base de um “programa mínimo” a ser discutido com a sociedade: fundamentalmente democrático, o que compreende a defesa da institucionalidade e dos direitos individuais, e desenvolvimentista e nacionalista, o que alcança a defesa da empresa nacional. Seu eixo é a recuperação do Estado. Lula usou mesmo a expressão “Estado forte”, devolvendo-lhe o papel de vetor do desenvolvimento. Em síntese, embora não o enuncie, promete a desmontagem do projeto neoliberal, ensaiado por Collor, consolidado por FHC e levado ao paroxismo pelo atual governo, que tanto encantou a casa-grande.

Qualquer projeto de recuperação da economia e de retomada do desenvolvimento, de um desenvolvimento sustentável e que vise ao combate às desigualdades sociais e à eliminação da pornográfica concentração de renda, haverá de ser, fundamentalmente, um projeto de política de industrialização, ou seja, de sofisticação produtiva, promotora, por seu turno, do desenvolvimento científico e tecnológico, estrangulado pelo bolsonarismo, que desorganizou o ensino e combateu a cultura como se enfrenta um inimigo mortal.

A obra de verdadeira reconstrução nacional implicará a recuperação do BNDES e o fortalecimento das agências financeiras públicas, como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica, a recuperação da Petrobras, a anulação das privatizações e a preservação da Eletrobras, em síntese a retomada do papel do Estado como agente de planejamento e desenvolvimento.

A política desenvolvimentista, que remonta aos anos 30 do século passado, é, fundamentalmente, uma política de industrialização, que cobra inovação, que promove o desenvolvimento científico e tecnológico, que promove a educação e a ciência, que, por fim, cria empregos e assegura melhores salários.

Um programa mínimo se define pelas suas limitações, que exigem clareza e fundamentação em poucos itens. Difere de um “programa de governo”, podendo ser sua síntese, elencando os  pontos centrais. De outra parte há  “assuntos de Estado” que não cabem em plataformas eleitorais. Mas há questões, como a militar, que precisam ser discutidas pelo povo brasileiro, que deve ser chamado a dizer que tipo de forças armadas deseja custear.

Consabidamente, um dos pontos altos das duas presidências de Lula, ao lado da emergência das massas,  foi a defesa dos interesses nacionais e o exercício de uma  política externa “ativa e altiva”, no resumo de Celso Amorim, seu principal timoneiro. Nos últimos 12 anos, porém, o quadro internacional  sofreu alterações radicais, seja por força da ascensão da direita nos EUA e na Europa, seja pela deterioração das relações internacionais, que Joe Biden está levando a extremos ao alimentar o impasse com a Rússia (ainda mais grave  se somam as controvérsias com a China), lembrando o clima de tensão vívido pelo mundo na crise dos mísseis, em 1962. Esse novo mundo requer, mais do que nunca, uma politica externa altiva, para que nosso país não se converta, na hipótese de uma solução dramática, em instrumento da política hegemônica das potências atômicas, em conflito por questões estratégicas e comerciais que não nos dizem respeito.

Para cumprir com o papel de braço armado da burguesia, a formação atual de nossos oficiais (cuja qualidade se expressa no capitão Bolsonaro e no general Pazuello) é suficiente, como mais do que suficientes são as armas e equipamentos de que dispõem os fardados para intervir na vida civil. Para cumprir com seu papel de instrumentos de defesa nacional, porém, as forças armadas brasileiras carecem de nova formação de  seus quadros, e de armas e equipamentos que não têm, porque o Brasil não dispõe de parque industrial adequado, e muito menos dispõe de decisão política (civil e militar) de fabricar aqui suas armas e seus equipamentos, confinando-se no subalterno papel de consumidor de artefatos estrangeiros de segunda linha ou claramente obsoletos,  como vimos na constrangedora parada dos blindados dos fuzileiros navais no desfile de 10 de agosto do ano passado em Brasília.

Essa política precisa ser revista visando a  assegurar a autonomia de nossas forças armadas, investindo na pesquisa, na inovação, e na fabricação dos equipamentos necessários à defesa nacional, sua missão constitucional,  longe do atual papel de braço armado da burguesia contra os movimentos sociais.  País cujas forças armadas dependem de fornecedores estrangeiros é país sem forças armadas e  sem segurança nacional.

Qualquer  projeto democrático deverá considerar a revisão do atual art. 142 da Constituição federal, redigido sob a curatela militar, e que  não mais corresponde  à correlação de forças que se espera emergirá das eleições deste ano.

***

Ignominia – Há exatamente 52 anos, em janeiro de 1970, era assassinado o jornalista Mário Alves de Souza Vieira, um humanista, um brasileiro de escol, um patriota, dirigente, ao lado de Jacob Gorender e Apolônio de Carvalho, do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário-PCBR. Mário Alves, preso, assim sob a custódia do Estado, “foi trucidado numa sequência de torturas que incluíram a raspagem de sua pele com uma escova de aço e o suplício medieval do empalamento” (Brasil nunca mais, p. 96). Empalamento ou empalação, é, segundo o Caldas Aulete, “antigo suplício infligido a condenado que consistia em espetá-lo em uma estaca aguda, pelo ânus, deixando-o assim até morrer”. Os militares se desfizeram de seu corpo e, até hoje, Mário, meu querido amigo,  é listado como “desaparecido”. A tortura, a sevicia, a injúria e o assassinato se deram no quartel da Polícia do Exército, no Rio de Janeiro, na rua Barão de Mesquita. Seus algozes, segundo denúncia do MPF, foram os tenentes Luiz Mário Correia Lima, Dulene Aleixo Garcez e Magalhães, o capitão Roberto Augusto Duque Estrada, o major Valter Jacarandá e o inspetor Thimóteo de Lima. Era presidente da República o general Garrastazu Médici;  ministro do exército o general Orlando Geisel. Os criminosos, responsáveis por esse e numerosos outros crimes,  continuam impunes.

Por: Roberto  Amaral.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Nova pesquisa Ipespe confirma liderança de Lula em todos os cenários onde seu nome aparece

 A pesquisa Ipespe, divulgada hoje e que foi feita sob encomenda da XP Investimentos reforça os dados de outras pesquisas.

Foto Reprodução


Em todas, o ex-presidente Lula aparece liderando. Dessa vez não foi diferente. Veja os dados:

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Nova Pesquisa da Quaest aponta Lula liderando com 45% no Primeiro Turno e em todos os cenários do Segundo Turno, confira

 A Pesquisa Quaest que foi divulgada hoje apontou novamente o favoritismo de Lula, seguindo na frente dos demais candidatos à presidência do país.

 Foto: Ricardo Stuckert

Com 45% das intenções de votos, o ex-presidente aparece na frente, seguido por Bolsonaro com 23% e Moro com 9%.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

Tá na Internet: LULA (Por Gustavo Conde)



"Eu não queria dizer isso. Pode ferir sensibilidades, desmanchar castelos de areia, coisa e tal. Mas, que se dane. O fato, nu e cru, é que Lula vai sendo canonizado, imortalizado e santificado no altar máximo da glorificação histórica. 

Nem Che Guevara, nem Fidel Castro, nem Nelson Mandela chegaram perto dessa dimensão. 

E essa consagração é insuspeita: não há maior prêmio nem maior insígnia do que ser perseguido e caçado com este nível de violência pelo aparelhamento judicial e financeiro em uníssono, com o auxílio de toda a imprensa e dos serviços de "inteligência" nacionais e estrangeiros. É o maior reconhecimento de uma vida que teve um sentido maior, léguas de distância do que a maioria de nós poderia sonhar.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2021

Pesquisa aponta que Lula é o preferido enquanto Bolsonaro disputa com Doria para ver quem é o mais rejeitado

 Pesquisa realizada entre 19 a 22 de janeiro pela PoderData aponta o favoritismo de Lula frente aos seus adversários na corrida presidencial.

Foto Reprodução

A pesquisa conversou com cada entrevistado e perguntou sobre cada um dos pré-candidatos, querendo saber os seguintes pontos:  Este candidato é o “único em quem votaria”, se “poderia votar nele” ou se não votaria nele “de jeito nenhum”?.Confira os dados

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Lula ganha apoio do PV e partido aprova criação de Federação com PSB e PC do B contra Bolsonaro

 A candidatura de Lula tem se destacado pelo poder de coalizão com outros partidos e a prova disso é a criação da federação envolvendo os partidos PSB, PC do B, PT  agora o PV.

Foto Reprodução

Essa articulação política tem ganhado forma, e movido o cenário político brasileiro para 2022.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

Conheça os adversários de Lula na disputa pela Presidência em 2022

 A disputa eleitoral está cada vez mais acirrada. Nas pesquisas o nome de Lula desponta como favorito, mas os outros partidos acreditam que uma terceira via possa dificultar a candidatura do ex-presidente.

Em 2022 teremos nomes de políticos já conhecidos pela população como Bolsonaro, Moro, Doria e Ciro e outros que despontam como novidade no meio político, caso do candidato Leonardo Péricles, que tem a difícil missão de fazer o nome do seu partido recém-criado, aparecer nacionalmente.


Foto Reprodução

Confira agora quem são os doze candidatos confirmados para disputarem a cadeira de Presidente do Brasil em 2022.

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Aécio Neves se desespera ao saber da popularidade de Lula em Minas

 O tucano Aécio Neves está preocupado com o crescimento de Lula nas pesquisas e isso impacta o cenário político de Minas Gerais. 

Tentando uma vaga como deputado, Aécio tem evitado problemas com Bolsonaro, pois avalia que precisará dele em sua candidatura.

Foto Reprodução

Fontes próximas do tucano afirmam que ele está descontente com o partido, principalmente com a saída de Alckmin e os rumores de sua aliança com Lula.

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

MPF pede que investigação contra Lula no caso do Triplex seja arquivado

 O MPF (Ministério Público Federal) reconheceu nesta terça-feira (07/12/2021), a prescrição do caso envolvendo a ação do Triplex do Guarujá que citava Lula como proprietário.

Em um laudo de quase 20 páginas, o MPF admitiu a "ocorrência da extinção da punibilidade pela prescrição da pretensão punitiva". O fator idade foi decisivo:  Lula tem hoje 76 anos.

Foto Reprodução Aquivo Ocupação

A petição agora precisa ser retificada para ser judicialmente anulada, e Lula fique enfim livre desse processo construído por Moro para prejudicá-lo politicamente. Confira as análises do MPF:

domingo, 5 de dezembro de 2021

Chapa Lula-Alkimim seria o último grande erro de uma grande geração



A confirmação da chapa Lula-Alckimin será o último grande erro da esquerda contemporânea desde o itinerário de erros que repercutem primitivamente em 2013 e o fenômeno do "ensaduichamento social", com a captura das camadas médias pela anti-política devido sua estagnação social em meio ao enriquecimento da burguesia e ascensão das camadas populares nos governos petistas, como resultado da inexistência de uma reforma tributária progessiva que aumentasse a isenção de impostos para a classe média assalariada.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

Dilma parte para o ataque e afirma: Candidatura de Moro é confissão de culpa

Dilma resolveu soltar o verbo e falar o que pensa sobre a candidatura do juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, que todos sabem foi uma armação para tirar Lula de cena e entregar as eleições nas mãos de Bolsonaro.
Marcello Casal Jr./Agência Brasil


Segundo Dilma o retorno de Lula para o cenário político é uma vitória contra essa agenda fascista e neoliberal implantada por Bolsonaro e Guedes.

Lula bate recorde em Podcast no YouTube e desarticula live semanal de Bolsonaro na mesma plataforma , veja o podcast

 Um fenômeno de influência, foi assim que a mídia considerou a entrevista de Lula para o Podcast " PodPah", no YouTube.

Depois do sucesso da sua entrevista no Podcast do Mano Brown no Spotify, foi a vez de Lula arebentar no YouTube.

Os números impressionam e já demonstram o poder do ex-presidente na mídia digital.

No mesmo horário que aconteceria a live semanal de Bolsonaro, a entrevista com Lula foi a mais assistida da plataforma, batendo recordes de visualizações.

Foto Reprodução

Cerca de 270 mil usuários estavam acompanhando a Live do ex-presidente Lula às 21:05 horas.

Foi a maior audiência ao vivo do Programa na Plataforma, apurado pelo YouTube.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Lula bate recorde no Spotify; a entrevista dele ao Mano Brown é o Podcast mais ouvido de 2021

 Lula segue batendo recorde de popularidade. Além das Pesquisas Eleitorais que tem colocado o ex-presidente em primeiro lugar em todo país, agora é a vez da medição de sua popularidade na plataforma de Spotify

Sua participação no ‘podcast’ "Mano a Mano", Lula falou por quase duas horas, conversando sobre racismo, possíveis erros do PT e da Esquerda e sobre o governo Bolsonaro.

Foto Reprodução

De forma clara e bem sincera, Mano Brown e Lula avaliaram a questão da "branquitude de esquerda" e a díficil missão do PT em dialogar com a juventude. Confira como foi:

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Lula: “Quem tem que ganhar com a Petrobras é o povo brasileiro, que a criou”



Em entrevista a rádio do Rio Grande do Sul, Lula explica como o governo Bolsonaro é responsável pelo alto preço dos combustíveis, pela inflação e pela fome, que assolam o povo brasileiro.

O povo brasileiro sofre hoje com uma inflação descontrolada e com a fome porque Jair Bolsonaro se recusa a fazer o que deveria como presidente da República, denunciou Lula nesta terça-feira (30), em entrevista à Radio Gaúcha (assista à íntegra abaixo). O ex-presidente explicou como grande parte da inflação que corrói a renda dos trabalhadores e deixa muita gente sem ter o que comer é resultado direto das escolhas feitas pelo atual presidente e sua equipe, que não governam para a população, mas para interesses estrangeiros.

sábado, 27 de novembro de 2021

Lula aparece liderando em Pesquisa IPESPE, mesmo com mídia enaltecendo Moro

 Depois que Moro se filiou ao Podemos, a mídia resolveu abandonar Bolsonaro e correr para seu colo, numa tentativa insana de emplacar o juiz como forte candidato.

Foto Reprodução


O fato é que nem essa exposição toda, com entrevista para o Bial, e o "Mercado" enaltecendo a terceira via, fez alavancar a intenção de votos para o juiz do Paraná.

Lula segue forte liderando em todos os cenários, deixando Bolsonaro, Moro, Ciro e Doria desesperados. Veja a pesquisa

sexta-feira, 26 de novembro de 2021

Justiça sendo feita! Segunda Turma do STF mandou desbloquear bens de Lula que foram retidos pela Lava Jato

Lula consegue mais uma vitória na Justiça! A Segunda Turma do STF decidiu por 3 votos a 1, pela liberação dos bens do ex-presidente que estavam retidos pela Lava Jato.

O bloqueio de bens ainda estava sendo mantido pelo sucessor de Moro, o juiz Luiz Antonio Bonat, na 13ª Vara Federal de Curitiba.
Foto Reprodução


A defesa de Lula entrou com recursos por entender que Bonat não tinha jurisdição sobre o processo, uma vez que Fachin havia decidido retirar do Paraná os processos contra Lula.

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Pesquisa PoderData coloca Lula na liderança, seguido de Bolsonaro e Moro empatado com Ciro Gomes

 A pesquisa Poder Data lançada hoje coloca Lula em liderança absoluta em todos os cenários possíveis.

Bolsonaro segue disputando o segundo lugar, sendo seguido por Moro, que se encontra empatado tecnicamente com Ciro.

Ricardo Stuckert
Foto-Ricardo Stuckert


1º cenário

No primeiro cenário, com o nome de João Doria como candidato do PSDB, Lula fica com 34% contra 29% de Bolsonaro. Em seguida aparecem Moro (8%), Ciro (7%) e Doria (5%). Os três estão tecnicamente empatados na terceira posição.

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Lula deve se encontrar com Obama nos EUA em 2022, depois do sucesso da sua viagem pela Europa

 Lula já tem em mente um novo itinerário para sua próxima viagem.

Depois do sucesso da sua passagem pela Europa, agora é a vez dos EUA ser visitada pelo ex-presidente, que já se animou com a ideia.


Se tudo der certo, ele pretende se encontrar com Obama, que era seu aliado político e chegou a elogiá-lo diversas vezes, inclusive o classificando como " O Cara".

sábado, 20 de novembro de 2021

Lula dispara contra Bolsonaro: "Ele não está preparado para falar, só para mentir"

 Lula está aproveitando sua viagem pela Europa para fechar apoios importantes para o país, fortalecer suas relações com líderes mundiais e falar sobre o Brasil e o quanto ele sofre com o governo Bolsonaro.

Em um evento organizado pelo partido PODEMOS- Partido de Esquerda da Espanha, realizado em Madri, Lula soltou o verbo contra Bolsonaro.

Foto Reprodução

“O atual presidente brasileiro infelizmente não foi preparado para falar. Só foi preparado para mentir. Não dá nem entrevista. Só fala de dentro da casa dele, até porque só fala bobagem”.

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Lula ganha mais vitória na Justiça, com juíza arquivando ação contra seus filhos, veja

 O ex-presidente Lula está comemorando mais uma vitória na Justiça. 22 vitórias para ser mais exata.

A 5ª Vara Criminal Federal de São Paulo encerrou inquérito contra três filhos de Lula por falta de provas, acolhendo solicitação do Ministério Público Federal.
Foto Reprodução- Instagram


 Essa ação era promovida pela Lava Jato, articulada por Moro e envolvia os três filhos do ex-presidente:  Fabio Luis, Marcos Cláudio e Sandro Luis Lula da Silva