Rubinho grita, “Querem me destruir!”



A política de Paulo Afonso ganhou novos capítulos de tensão após o vereador Rubinho do Kenio denunciar perseguição política, logo depois da apreensão de produtos em um supermercado pertencente à sua família. O episódio, que deveria ser tratado como uma ação administrativa comum, ganhou contornos de espetáculo. Rubinho afirma que o caso foi usado para manchar sua imagem e silenciar sua atuação crítica na Câmara. A cidade, acostumada a ver disputas acirradas, agora assiste a um embate que mistura poder, economia e reputações.

O vereador, conhecido por sua postura combativa, sustenta que há uma tentativa de desmoralização orquestrada por adversários políticos. Segundo ele, a fiscalização teria sido direcionada, com o objetivo de criar manchetes e não justiça. O caso reacende o debate sobre o uso da máquina pública como instrumento de vingança política, uma prática antiga que insiste em sobreviver nos bastidores do poder municipal. Rubinho, por sua vez, promete não se calar e transformar o episódio em símbolo de resistência contra o que chama de “jogo sujo”.

O caso Rubinho expõe uma ferida aberta na política baiana, que é o uso do poder para intimidar quem ousa questionar. Em Paulo Afonso, o episódio virou símbolo de como a justiça pode ser manipulada quando interesses se sobrepõem à verdade. Se há algo que o povo aprendeu, é que o silêncio nunca protege o inocente. E, no meio do barulho das manchetes e das acusações, fica a pergunta que ecoa nas ruas, estamos diante de justiça ou de um jogo sujo travestido de legalidade?

Rubinho estará no PODP.A com o Jornalista Dimas Roque na próxima quarta-feira (10), às 09h.

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