Ministro afirma que deixará o cargo no fim de março para disputar o Senado e defende continuidade administrativa, legado de gestão e foco em resultados
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, confirmou que deixará o cargo no fim de março para disputar uma vaga no Senado nas eleições de 2026 na Bahia. Em entrevista ao Jornal da Record da TV Record, nesta segunda-feira (23), Rui afirmou que a saída será acompanhada de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para apresentação de um balanço da gestão e formalização da transição. A declaração reforça a tentativa de associar sua saída a um processo institucional planejado, sem ruptura na coordenação do governo.
Sobre o caso do Banco Master, Rui Costa afirmou que a apuração das irregularidades foi conduzida pelas instâncias responsáveis e buscou diferenciar o atual governo de decisões tomadas em administrações passadas. Na avaliação do ministro, a atuação dos órgãos de fiscalização permitiu enfrentar o problema e esclarecer responsabilidades.
No campo eleitoral, Rui Costa também demonstrou confiança ao comentar a disputa na Bahia. Ele rejeitou a ideia de desgaste do grupo político aliado ao PT e afirmou que a base governista chega competitiva para 2026. Com isso, procurou consolidar uma imagem de gestor experiente e liderança política ainda influente no cenário nacional e estadual.
Ministro aproveitou a entrevista para reforçar duas credenciais: a de articulador central do governo Lula e a de liderança política competitiva para a próxima eleição. Na entrevista, Rui procurou reforçar a imagem de gestor com experiência administrativa e foco em resultados. Ao falar de economia e desenvolvimento, defendeu mais investimento em tecnologia, qualificação profissional e planejamento de longo prazo para o país.
Sobre o Banco Master, o ministro afirmou que a apuração das irregularidades vem sendo conduzida pelas instâncias responsáveis e buscou afastar o atual governo da origem do problema. A avaliação dele é que o enfrentamento do caso mostra a boa atuação dos mecanismos de controle.
Com a saída da Casa Civil, Rui Costa tenta unir duas marcas numa só trajetória: a de articulador central do governo Lula e a de liderança política em movimento rumo às próximas eleições.

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