A decisão de manter investimentos em infraestrutura, saúde e educação na cidade mostra um estilo de governar que foge da lógica da retaliação. Jerônimo reforça que não governa para aliados, mas para todos os baianos. Essa postura contrasta com práticas antigas da política, em que a mudança de lado significava o corte imediato de recursos. Agora, o recado é outro, a prioridade é a coletividade.
Em Jequié, a continuidade das obras tem impacto direto na vida de milhares de pessoas. Estradas, hospitais e escolas em andamento não serão interrompidos por disputas partidárias. O governador sinaliza que a confiança da população não pode ser abalada por arranjos políticos. Ao garantir que os projetos não serão paralisados, Jerônimo se coloca como líder que valoriza resultados concretos e não se perde em vendetas.
Esse movimento fortalece sua imagem como gestor que não persegue adversários, mas que aposta na política como instrumento de transformação social. Ao manter o compromisso com Jequié, mesmo diante da saída de Cocá, Jerônimo mostra que sua estratégia é simples e poderosa e governar para todos, sem distinção. A mensagem que ecoa é escandalosa e contundente, na Bahia de 2026, quem tenta usar a política como arma de chantagem encontra um governador que responde com obras e não com retaliações

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