Jerônimo dispara e ameaça liquidar ACM Neto já no primeiro turno


A mais recente pesquisa do Instituto TML, divulgada em 24 de fevereiro de 2026, trouxe um cenário explosivo para a disputa pelo governo da Bahia. O levantamento aponta o atual governador Jerônimo Rodrigues com 52,51% das intenções de voto, contra 35,65% do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. Os números indicam que Jerônimo pode conquistar a vitória já no primeiro turno, consolidando sua força política e o apoio popular que vem crescendo ao longo de sua gestão.

O resultado reflete não apenas a preferência do eleitorado, mas também a aprovação do trabalho realizado pelo governador. Jerônimo tem investido em áreas estratégicas como educação, saúde e infraestrutura, ampliando programas sociais e fortalecendo políticas públicas voltadas para o desenvolvimento regional. Essa atuação tem sido percebida pela população como um diferencial em relação ao adversário, que apesar de manter forte presença política, não conseguiu superar a vantagem construída pelo atual chefe do Executivo baiano.

A pesquisa também mostra que a disputa, antes considerada equilibrada, ganhou contornos de virada. Em levantamentos anteriores, ACM Neto aparecia numericamente à frente, mas dentro da margem de erro, Jerônimo já se aproximava. Agora, com mais de 52% das intenções de voto, o governador consolida uma liderança robusta, que pode se transformar em vitória histórica sem necessidade de segundo turno. Esse avanço reforça a percepção de que sua gestão conseguiu conectar-se diretamente com as demandas da população baiana.

Com esse cenário, a campanha eleitoral na Bahia entra em uma nova fase. Jerônimo Rodrigues surge como favorito absoluto, enquanto ACM Neto terá de reestruturar sua estratégia para tentar reverter a tendência. A possibilidade de vitória no primeiro turno coloca o governador em posição privilegiada e fortalece ainda mais sua imagem como líder capaz de conduzir o estado em direção a avanços sociais e econômicos. A expectativa agora é acompanhar se essa vantagem se manterá até o dia da eleição, mas os números já acendem o alerta para uma disputa que pode terminar antes mesmo de começar.

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