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| Foto: Divulgação/ Fundação Alexandre de Gusmão |
Na decisão, Moraes afirmou que houve descumprimento das medidas cautelares, destacando que a própria defesa reconheceu o uso de redes sociais. Segundo o ministro, não procede a justificativa de que as plataformas teriam sido utilizadas para “preservar, organizar e auditar elementos informativos pretéritos relevantes ao exercício da ampla defesa'”.
Moraes disse:
“o acusado demonstra total desrespeito pelas normas impostas e pelas instituições constitucionalmente democráticas, em virtude de que, ao fazer uso das redes sociais, ofende as medidas cautelares aplicadas, assim como, todo o ordenamento jurídico”.
Na terça-feira (30/12), o ministro já havia solicitado explicações da defesa sobre o uso de uma conta no LinkedIn, sob risco de decretação da prisão preventiva. Martins foi condenado a 21 anos de prisão no julgamento do núcleo 2 e estava proibido de acessar redes sociais.
O ex-assessor de Assuntos Internacionais de Bolsonaro é acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de atuar na gestão de ações de uma organização criminosa que buscava manter o ex-presidente no poder. Além da prisão domiciliar, ele deveria cumprir medidas como entrega do passaporte, suspensão do porte de armas e restrição de visitas.

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