Na Bahia, o governador Jerônimo Rodrigues tem destacado que o novo calendário fortalece a organização das campanhas e dá mais previsibilidade ao processo democrático. Para ele, a antecipação das estratégias eleitorais permite que estados como a Bahia alinhem suas prioridades com maior antecedência, garantindo que projetos estruturantes não sejam interrompidos pela transição. Jerônimo tem defendido que a mudança é positiva porque amplia a capacidade de planejamento e assegura estabilidade política em um momento decisivo para o país.
Além das datas de votação e posse, o calendário traz prazos importantes para partidos e eleitores. A regularização do título de eleitor, por exemplo, deve ser feita até 6 de maio de 2026, e a desincompatibilização de cargos públicos precisa ocorrer entre três e seis meses antes do pleito. Esses marcos legais moldam o cenário eleitoral e exigem atenção de candidatos e gestores, já que o descumprimento pode inviabilizar candidaturas. O TSE também abriu o código-fonte das urnas eletrônicas em 2 de janeiro, reforçando a transparência e dando início oficial ao processo.
Jerônimo Rodrigues tem usado o tema para reforçar sua narrativa de governabilidade e compromisso com a democracia. Ao defender que a Bahia seja exemplo de estabilidade e respeito às regras, o governador busca consolidar sua imagem como liderança capaz de unir gestão eficiente e preparação eleitoral. Nesse contexto, o calendário não é apenas burocracia, é o sinal de que o jogo político já começou e quem não entender a importância do tempo pode ficar para trás

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