Segundo a decisão, Moraes afirma que o Centro de Integração de Monitoração Integrada do Distrito Federal comunicou que foi registrado uma violação na tornozeleira eletrônica utilizada por ele durante a madrugada, o que reforçou a suspeita de que ele pudesse tentar fugir.
Além disso, o ministro citou preocupações envolvendo uma vigília convocada por apoiadores em frente ao local onde o ex-presidente cumpria prisão domiciliar, o que, para o STF, poderia favorecer tumultos ou facilitar uma eventual fuga.
Bolsonaro estava em prisão domiciliar desde agosto e cumpre medidas impostas no processo em que foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por participar de uma trama golpista após as eleições de 2022. A sentença ainda está em fase de recurso.
O que diz a defesa
A defesa do ex-presidente afirmou que a prisão “não tem justificativa” e que sua saúde pode ser comprometida. Os advogados negam qualquer tentativa de fuga e dizem que vão recorrer.
Está agendada para amanhã, Domingo (23), a audiência de custódia do ex-presidente, onde será decidido se a prisão será mantida.

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