A ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos do governo Bolsonaro, pediu ao ex-presidente Bolsonaro que vetasse água potável, leitos de UTI, materiais de limpeza e higiene pessoal, ventiladores pulmonares e materiais informativos sobre a Covid-19 durante a pandemia.
A alegação usada por Damares foi que os povos indígenas não haviam sido consultados pelo "Congresso Nacional".
Damares enviou uma nota que dizia:
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Foto Reprodução |
A alegação usada por Damares foi que os povos indígenas não haviam sido consultados pelo "Congresso Nacional".
Damares enviou uma nota que dizia:
"Mesmo cientes da situação de excepcionalidade vivida pelo país e da celeridade em aprovar projetos de lei que beneficiem e protejam os povos tradicionais, os povos indígenas, quilombolas e demais povos tradicionais, eles não foram consultados pelo Congresso Nacional".
Bolsonaro acatou o pedido feito por sua ministra, mas dois dias depois, em 8 de julho, o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Luis Roberto Barroso, interviu e determinou que o Governo Federal tomasse medidas para conter o avanço da Covid nas comunidades indígenas.
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