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sábado, 23 de julho de 2022

Maricá recebe o 7º Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitas



Começou ontem, sexta-feira, 22, o 7º Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais do Brasil na cidade de Maricá, no Estado do Rio de Janeiro com o objetivo de debater o ambiente das comunicações no Brasil. Desde 2010, quando aconteceu em São Paulo o 1º, onde jornalistas e militantes virtuais de esquerda se encontraram.

São Paulo, Brasília, Salvador e agora, Maricá, foram as sedes escolhidas para os encontros nacionais. E neste, de 2022, o homenageado é o Paulo Henrique Amorim, um dos maiores Jornalista que o país já teve. Ele foi um dos idealizadores desse movimento e participou de vários encontros, usando o seu prestígio para dar maior visibilidade. Dezessete estados estão com representantes em Maricá. Ele lembrou a todos, alguns dos programas que as administrações Petistas implantaram em Maricá como a moeda “Mumbuca”, o “Vermelhinho”, transporte público urbano que é utilizado pela população sem que seja paga qualquer taxa para isso.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Allan dos Santos, blogueiro bolsonarista, desafia ministro Moraes a encontrá-lo, veja vídeo

 O blogueiro bolsonarista, Allan dos Santos, resolveu debochar do ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, e postou um vídeo em suas redes sociais, desafiando o ministro.


Foto Reprodução- Allan Santos
Allan se encontra foragido da justiça brasileira e se esconde nos EUA, onde aproveita para postar vídeos provocativos contra o ministro do Supremo, veja abaixo:

quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

O ciúme Matou Zé Grandão



Correu logo pela manhã daquele dia fatídico a informação de que mataram Zé Grandão. Encontraram seu corpo estendido no chão. O homem era bem afeiçoado e chamava muito bem a atenção de todos que o conhecia. Ele tinha uma preferência em fazer amizade com as mulheres. Bom de papo e contador de conversa tinha sempre alguém para escutá-lo.

Por essas e outras que Grandão recebia de sua esposa sempre o mesmo conselho.

- Zé tu tenhas cuidado com essa amizade com tantas mulheres, tu vai ficar mal falado e os maridos podem não gostar disso.

Mas ele sempre respondia.

sábado, 11 de dezembro de 2021

Sobre as credenciais democráticas da velha imprensa (Por Roberto Amaral)



A grande  imprensa vive grave crise. O fenômeno não é novo, nem brasileiro; vem de décadas, refletido na permanente redução de páginas e queda das tiragens,  precedendo o encerramento das atividades de veículos impressos. Já não se cotam os que deixaram de circular.  O fenômeno atinge principalmente a imprensa gráfica, mas a ela não se restringe, pois alcança o rádio e a televisão - primeiro os canais abertos, e já agora os canais por assinatura.  Essa tendência foi agravada pelo estonteante desenvolvimento da internet e das chamadas redes, mas é anterior à sua emergência. No mundo todo há mais de 50 anos se observa a crise do setor, e o Brasil oferece campo para estudo de caso. A rede Tupi de televisão (tão ou mais poderosa quanto a Globo em seus grandes dias), teve a concessão cassada em 1980, após mais de dez anos de agonia exposta; avançava o processo de derruição dos “diários e rádios associados” de Chateaubriand, cadeia de revistas, editora de livros, emissoras de rádio e televisão e jornais cobrindo todo o território nacional, montada a partir de 1930 por métodos de um capitalismo jagunço que não resistiu à modernidade. A mesma inadequação estrutural levou de roldão o Jornal do Brasil, incapaz de enfrentar a concorrência predatória do sistema Globo. Outras redes de televisão, mais jovens, surgiram e desapareceram, como a Excelsior e a TV Rio. Outras, como a antiga Rede Record, de Paulo Machado de Carvalho, sobrevivem como palco eletrônico de uma seita religiosa-mercantil. Seguiu-se a concentração de canais e com ela o sistema de transmissão em cadeia, a última pá de cal na produção regional, já abalada desde a introdução do videoteipe.

segunda-feira, 8 de novembro de 2021

O imponderável mundo novo (Por Roberto Amaral)



Sugeridos pela expectativa das próximas eleições – para muitos a possiblidade de mudança com a qual podemos contar –, partidos políticos e fundações as mais variadas, grupos sociais, entidades de classe e sindicatos se voltam para a formulação de planos e programas de governo. O ponto de referência é o quadro trágico de nossa realidade, que deita consequências para além dos  tristes dias de hoje. O concurso civil-militar governante desde 2016 não se satisfaz em destruir o presente do país e de seu povo – condenado à desesperança – e cuida mesmo de nos privar do futuro, mediante o combate sem tréguas ao conhecimento científico, atacando a educação e a cultura de um modo geral, mas concentrando seu poder de fogo o mais letal contra a universidade  pública, centro de produção de algo como 90% da pesquisa acadêmica, seja em ciências sociais, seja em ciências exatas. Universidade onde são formados nossos cientistas e pesquisadores, nossos mestres e doutores, nossos melhores especialistas; onde são cultivadas a ciência e a inovação, sem as quais  não há como cogitar de desenvolvimento, seja econômico, seja social. No mundo da revolução tecnológica, um continuum de avanços  encadeados,  assistimos de braços cruzados à destruição do sistema nacional de ciência e tecnologia. A universidade, porém,  conserva-se aquietada sob o peso de seus interesses corporativos. O que espera para pôr-se de pé? O milagre da fênix? Diante do criminoso projeto do bolsonarismo permanece silente o empresariado industrial, como se esse desastre não lhe dissesse respeito, como se fosse possível pensar em indústria sem desenvolvimento científico-tecnológico. Comprometidas com esse desastre, estão as forças  armadas brasileiras,  como se fosse possível pensar em defesa sem indústria nacional. E se o país não tem como defender-se, como justificar  o custeio de uma estrutura tão cara? Por outro lado, em festa está  o complexo agrário-exportador, exportando minério bruto enquanto o país importa trilhos, exportando matéria-prima para importar produtos manufaturados, exportando soja e milho in natura e proteína animal quando mais da metade da população do país  vive em condições de insegurança alimentar. Ignora o papel da Embrapa no aumento da produtividade agrícola brasileira, e observa com indiferença o desmonte da pesquisa que alicerçou seus lucros. Como na colônia e no império, vive a economia do país, em pleno terceiro milênio, em função das bolsas de commodities, mirando Walt Street para saber a quanto anda a desvalorização de nossa moeda, aumentando juros para combater uma inflação estrutural. Como se fosse um destino irremovível viver na periferia do capitalismo.

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

A “ixquerda” que compartilha conteúdo do inominável



Não é de que hoje se reclama de parte da militância de esquerda no Brasil que ela mais ajuda a direita do que anda atrapalhando nas redes sociais. Já se foi dito que “compartilhar conteúdo de Bolsonaro só ajuda ao deixar em evidência”, mas mesmo assim, essa turma continua a fazer isto.

Tiremos como dois exemplos, para não precisar se alongar, as manifestações de 07 de setembro onde tanto o Bolsonarismo quanto a esquerda foram às ruas. Nas semanas que antecederam aos atos, uma enxurrada de banner, vídeos, cards, áudios da direita eram repercutidos por parte da esquerda. Essa turma alegava que seria para criticar, mas na verdade estavam fazendo propaganda do material deles. E não adiantava chamar a atenção para isto, eles não escutam a ninguém.

quarta-feira, 16 de junho de 2021

RESISTÊNCIA EM DEBATE convida ANA ROXO

Live com Dimas Roque e Sálvio Kotter. Eles convidam a dramaturga, roteirista, atriz youtuber, podcast, desenhista e cara-de-pau, Ana Roxo.

Ela tem um Canal no Youtuber chamado O Mundo Segundo Ana Roxo