domingo, 24 de outubro de 2021

Bolsonaro muda discurso mais uma vez e agora diz que não irá interferir nos preços dos combustíveis, atendendo os interesses econômicos das empresas estrangeiras

 Sabe aquele tipo de pessoa que não dá para confiar em uma rodinha de amigos, aquele que muda o discurso quando lhe é conveniente? Então, esse é o perfil do presidente Jair Bolsonaro.

Quando está com a corda no pescoço, ameaçado por caminhoneiros, diz que vai intervir no preço dos combustíveis e assim segue agradando sua base aliada. Mas, quando é para negociar de verdade, para de fato reduzir o preço nos postos, ele gagueja e muda de discurso.

Foto Reprodução

E foi exatamente isso que fez hoje, dizendo que a Petrobrás fica amarrada à política de preço atual e ao preço do dólar, com a desvalorização do real.

“Deve ter outro aumento de combustível? Deve ter outro aumento de combustível. Não precisa ser mágico para descobrir isso aí, é só ver o preço do petróleo lá fora e quanto está o dólar aqui dentro”, disse Bolsonaro em transmissão ao vivo nesta quinta-feira (21).

O único interesse de Bolsonaro é privatizar de vez a Petrobras e assim transformar o país em ruínas. 
O falso patriota sempre trabalhou em defesa dos empresários e governo americano, sendo capacho de Trump mesmo com ele fora do poder.

Outra falácia de sua propaganda presidencial que dizia que se fosse eleito o preço do dólar cairia, mas não foi isso exatamente o que aconteceu.



Aliás, era essa fake news, que ele esperava que o povo acreditasse para colocar em prática o plano maquiavélico do seu ministro da economia, que comemorou a alta do dólar:

"dólar mais alto é “bom para todo mundo”. Ele afirmou que, com o dólar mais baixo, “todo mundo” estava indo para a Disney, nos Estados Unidos, inclusive “empregada doméstica”.

Todos sabem que Bolsonaro trabalha para os ricos e quer ver o país mergulhado no caos, e com os aumentos constantes dos preços de alimentos, desemprego, e alta do preço do combustível e gás de cozinha ele seguirá destruindo o país até ser derrotado nas urnas.

Por Kátia Figueira de Oliveira