Há momentos na história em que o voto deixa de ser apenas um
ato individual e se torna um gesto coletivo de memória, justiça e esperança. O
Brasil vive um desses instantes.
Votar em Flávio Bolsonaro é compactuar com as mais de 716 mil vidas ceifadas pela Covid-19, é aceitar o silêncio diante das lágrimas que nunca secaram. É manchar as mãos com o sangue derramado pelas milícias, é entregar o destino da nação a interesses estrangeiros, como se fôssemos apenas um apêndice de Donald Trump. É escolher o esquecimento, a indiferença, a barbárie.
Votar em Lula, ao contrário, é homenagear os desassistidos,
é devolver dignidade a quem foi invisibilizado. É lembrar que já tivemos Luz
para Todos, que iluminou casas e sonhos, o Bolsa Família, que garanti, comida
na mesa, o Prouni e o Fies, que abriram portas da universidade para milhões de
jovens, o Minha Casa Minha Vida, que transformou barracos em lares, o Farmácia
Popular, que levou remédio a quem não podia pagar, o Mais Médicos, que levou
saúde a rincões esquecidos. É escolher a energia que aquece, a educação que
liberta, a moradia que protege, a saúde que salva.
O segundo turno não é apenas uma disputa eleitoral, é um
chamado à consciência nacional. O voto é responsabilidade, é memória, é futuro.
Não se trata de escolher entre dois candidatos, mas entre dois projetos de país,
um que cultiva o ódio e a morte, outro que semeia vida e esperança.
Por isso, diante da história e dos que já se foram, diante
dos que ainda sonham e dos que ainda lutam, este editorial conclama você a votar
com responsabilidade, vote pela vida, vote Lula 13.

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