A Câmara e a baderna reinante



Dizem os mais experientes nos assuntos de baderna que, no passado, a Câmara de Vereadores de Paulo Afonso, na Bahia, já foi mais comedida, mesmo quando a oposição era formada por jovens barulhentos, que faziam tanto alarde quanto os “bocas de aluguel” que hoje ocupam o plenário para promover algazarra.

Com o passar do tempo, chegamos à atual legislatura da Câmara Municipal de Paulo Afonso, onde o silêncio deixou de ser regra. O que reina hoje é a falta de comando. Como dizem alguns vereadores de oposição, “uma turma faz baderna e a outra é silenciada”.

Na sessão desta semana, mais uma vez, quando se buscava informações para esclarecer dúvidas sobre os gastos da Secretaria de Cultura e Esportes, o que prevaleceu foi a desordem.

Faltou respeito ao convidado e também aos vereadores, todos eles e elas. Entre os que gritavam, os que se calavam e os que não se posicionavam, a cena foi de completo desprezo pelo papel institucional da Casa. Como se ouve nas ruas da cidade, “essa é a pior legislatura da Câmara de Vereadores em toda a sua história”

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