Segundo Saulo, o magistrado é primo de sua mãe e, após o episódio, teria ligado pedindo que ele não revelasse o caso e minimizando a situação.
Ele afirmou que decidiu tornar o caso público após ver o desembargador relatar um julgamento que terminou na absolvição de um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 12 anos. Na decisão, foi considerado que havia vínculo afetivo entre o réu e a vítima, o que levou à reversão da condenação em primeira instância, que previa pena de nove anos e quatro meses de prisão.
O voto do relator foi acompanhado por outro desembargador da 9ª Câmara Criminal do TJMG, formando maioria pela absolvição, enquanto uma terceira magistrada votou de forma contrária.
De acordo com Saulo, ao tomar conhecimento da decisão, ele reviveu o trauma da adolescência. Antes de formalizar a denúncia, ele chegou a se manifestar de forma indireta nas redes sociais.

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