Em nota publicada em seu site oficial, a chancelaria chinesa afirmou que Washington também deve assegurar a integridade física de Maduro e de sua esposa, argumentando que a retirada deles do país configura uma violação do direito internacional e de normas vigentes.
Pouco depois da ofensiva em território venezuelano, o governo da China já havia condenado a ação militar dos EUA, afirmando estar “profundamente chocado” com o uso da força por parte de Washington contra um Estado soberano. Para Pequim, a operação representa uma afronta direta à soberania da Venezuela e ao princípio da não intervenção.
De acordo com autoridades chinesas, o episódio evidencia uma postura “hegemônico” que ameaça a paz e a segurança da região.
A China figura entre as principais aliadas políticas e econômicas da Venezuela e, nos últimos anos, tem reiterado publicamente que os conflitos internos do país devem ser solucionados “pelo povo venezuelano, sem interferência externa”.

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